Santa Catarina tem hoje cerca de 34% de cobertura de esgotamento sanitário, segundo dados do Sistema Nacional de Informações do Saneamento (SNIS).
Mas existe uma informação que muitas vezes é escondida no debate público:
>>92% dessa estrutura foi construída e é operada pela CASAN.<<
Ou seja: quase tudo o que existe hoje de rede de coleta e tratamento de esgoto no estado é resultado de décadas de investimento público e do trabalho dos empregados da companhia.
A CASAN atua em cerca de 193 municípios catarinenses, muitos deles pequenos e com baixa viabilidade econômica. São justamente essas cidades que o mercado não tem interesse em atender.
Enquanto algumas autarquias ou empresas privadas operam em cidades maiores e economicamente mais rentáveis, a empresa pública garante saneamento onde o investimento é mais difícil e menos lucrativo.
Isso significa que a média estadual de cobertura também reflete essa responsabilidade social: levar saneamento para todo o território, e não apenas para os locais mais lucrativos.
Quando alguém usa o índice estadual de saneamento para atacar a empresa pública, é preciso fazer algumas perguntas simples:
❓ Quem construiu a maior parte da infraestrutura de esgoto no estado?
❓ Quem atende os municípios pequenos e menos rentáveis?
❓ Quem sustenta o sistema onde o mercado não quer atuar?
A resposta é clara. Quem segura o saneamento em Santa Catarina é a CASAN e seus trabalhadores.










