Hoje realizamos a primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo com a Casan. Foi uma reunião inicial, protocolar, mas com um ponto em comum muito importante:
👉 a intenção de fechar o acordo o quanto antes, de preferência até abril, pois temos várias batalhas a enfrentar além do Acordo Coletivo.
Já estamos diante de desafios grandes:
💥 Em Chapecó, vivenciamos uma tentativa de privatização, movida por interesses eleitoreiros. O prefeito João Rodrigues, pré-candidato ao governo do Estado, rompeu o contrato com a Casan no município e declarou a intenção de privatizar a companhia caso venha a se tornar governador.
💥 Atualmente, Chapecó e São Miguel do Oeste estão sob risco de privatização. Nos próximos anos, São José e Florianópolis também poderão enfrentar riscos reais.
Sem a regionalização do saneamento em Santa Catarina, todos esses sistemas e municípios ficam vulneráveis. O governador do Estado — que até agora não encampou a regionalização — precisa assumir essa responsabilidade, apresentar o projeto, levar a sério e garantir a aprovação.
✊ E nada disso vai acontecer sem luta.
✊ Sem mobilização.
✊ Sem unidade de todos os trabalhadores.
O recado é claro:
👉 sem mobilização e sem unidade, não há futuro. Não importa se o ACT desse ano for bom ou ruim.
📢 Precisamos de todo mundo junto, em todas as lutas, para além do Acordo Coletivo. ✊
Unidade, organização e luta. É assim que a gente segue. Atentos, firmes e fortes 💪










