As novas regras do Imposto de Renda representam um avanço histórico na justiça fiscal e na valorização do trabalho. A mudança garante que pessoas físicas com rendimentos mensais de até R$ 5 mil fiquem totalmente isentas do IR, aliviando o bolso de milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo o país.
Além disso, quem ganha entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350 terá redução gradual da tributação, garantindo uma transição mais justa e evitando que aumentos salariais sejam corroídos pelos impostos.
As alterações entraram em vigor em 1º de janeiro e seus efeitos já serão sentidos nos salários pagos a partir de fevereiro para cerca de 16 milhões de brasileiros.
O funcionamento será simples e progressivo:
* Até R$ 5.000 por mês: isenção total do Imposto de Renda;
• De R$ 5.000,01 a R$ 7.350: redução parcial da tributação, com descontos progressivos (quanto mais próxima a renda estiver de R$ 5.000, maior o desconto)
* A regra também se aplica ao 13º salário.
* Acima desse valor: mantêm-se as alíquotas atuais da tabela do IR.
Para garantir equilíbrio fiscal e justiça social, o projeto também taxa os super-ricos, corrigindo distorções históricas do sistema tributário. Quem ganha acima de R$ 1,2 milhão por ano terá tributação de 10%. Para rendimentos entre R$ 600 mil e R$ 1,2 milhão, a taxa é progressiva.
Essa medida não é um favor: é conquista política da esquerda, fruto da mobilização dos trabalhadores, dos sindicatos e de um projeto de país que coloca o povo no centro das decisões. Ao corrigir distorções históricas do sistema tributário, o governo avança no compromisso de fazer quem ganha menos pagar menos — e quem ganha mais contribuir de forma mais justa.
É um passo decisivo para reequilibrar o Brasil — com justiça fiscal, valorização do trabalho e responsabilidade social. ✊
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