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1° de Maio - Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Postado em 28/04/2009 às 14:17:05

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1° de Maio - Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Grande Ato do 1° de Maio – Dia do Trabalhador e da Trabalhadora

Convocamos todos os trabalhadores para participarem no dia 30/04, quinta-feira, de um grande ato em alusão ao Dia 1° de Maio em Florianópolis.
A Coordenação dos Movimentos Sociais, juntamente com as Centrais Sindicais e Sindicatos, irão promover o ato, que vai acontecer entre as 10 e 17h no Largo da Alfândega. Cada entidade vai ter um estande para a distribuição de materiais e divulgação das lutas dos trabalhadores. No final da tarde, os trabalhadores sairão em passeata pelo centro da Capital às 17h. Participe!

COORDENAÇÃO CMS DE SC: CUT – CTB – UCE – MST – UFECO

UM 1° DE MAIO POR EMPREGO E RESPEITO AOS TRABALHADORES/AS
OS TRABALHADORES E TRABALHADORAS NÃO PAGARÃO PELA CRISE!

A conjuntura política mundial e nacional segue tendo como centralidade o enfrentamento dos efeitos da crise capitalista contemporânea. Os governos das economias centrais, capitaneada pela estadunidense, investem trilhões de dólares para resgatar o sistema financeiro e garantir a sobrevivência do ideário capitalista, mas não estão preocupados com o sofrimento dos mais povos e da classe trabalhadora.

Com a cumplicidade dos governantes, os patrões tratam de jogar o ônus da crise sobre os assalariados, demitindo em massa, reduzindo salários e intensificando a precarização das relações de trabalho, com financiamento público.

No Brasil, aqueles que disputam uma saída conservadora para a crise em desenvolvimento o fazem refugiando-se nos cofres públicos, conseguindo canalizar bilhões de reais às suas atividades econômicas, ao mesmo tempo em que pressionam para que a política macroeconômica do atual Governo continue no seu rumo conservador, sobretudo pela continuidade da escandalosa taxa de juros e dos spreads bancários, assim como do superávit primário.

O Governo Lula adota decisões setoriais importantes, ampliando investimentos públicos estratégicos como instrumentos anticíclicos, cabendo destacar o projeto de construir 1 milhão de residências populares, um sinal de que o pensamento em prol do desenvolvimento econômico vem ocupando um relativo espaço político no Palácio do Planalto.

Todavia, tais medidas não vêm acompanhadas de maiores garantias à classe trabalhadora brasileira, de contrapartidas sociais, particularmente da manutenção e ampliação de postos de trabalhos cobrada pelo movim ento sindical brasileiro. Falta a devida convicção de que o enfrentamento da crise requer, prioritariamente, a preservação e expansão do nível de emprego e a proteção dos trabalhadores e trabalhadoras, o que contribuirá para estimular o mercado interno, o consumo, o comércio e a produção.

No Brasil, a vitoriosa experiência das manifestações do dia 30/03/09 revelou que a unidade entre as centrais sindicais brasileiras e os movimentos sociais é o caminho para enfrentar as chantagens do capital e as dubiedades do governo federal.
Desta maneira concreta estão os valores fundamentais e essenciais dos homens e das mulheres do campo e da cidade, em qualquer tempo e lugar, como a liberdade, a dignidade, a felicidade, a solidariedade entre os trabalhadores e entre os povos, enfrentando mais uma vez esta crise mundial, que é somente do capital, que recai e, explora o próprio homem, na sua historia de sociedade dos explorados, pois temos o caminho, que é um só, trabalhadores do mundo UNI-VOS!

Neste 1º de maio apontamos a necessidade da continuidade da luta e de grandes mobilizações em torno das seguintes propostas:

1. Instalação formal de um comitê anti-crise, com funcionamento regular e a representação dos trabalhadores e trabalhadoras;
2. Medidas imediatas para agilizar a execução dos investimentos públicos e do PAC e destravar os obstáculos neste sentido, constituindo ao mesmo tempo um comitê de controle social desses investimentos, essenciais para garantir o crescimento econômico;
3. Condicionar a concessão de benefícios públicos de qualquer natureza (creditícios, fiscais ou outros) a contrapartidas sociais, garantindo a manutenção e ampliação do nível de emprego;
4. Fim do fator previdenciário;
5. Garantia ampla a toda sociedade dos Serviços Públicos de Qualidade e Gratuito – Com concurso público a todos os setores defasados da União, Estados e Municípios, contribuindo na geração de emprego e renda;
6. Democratização do Conselho Monetário Nacional e redução drástica e imediata da taxa de juros pelo Banco Central – FORA MEIRELES! Exigimos o fim do superávit primário;
7. Ratificação da convenção dos Artigos 87, 151 e 158 da OIT;
8. Transformação da Medida Provisória que regulamenta a política de valorização do salário mínimo em Lei;
9. Implantação imediata da reforma agrária e fortalecimento da agricultura familiar; fim do trabalho escravo e degradante no país;
10. Redução da jornada de trabalho sem redução de salários;
11. Exigimos do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, que edite uma Medida Provisória (MP) que impeça os patrões de demitirem trabalhadores e trabalhadoras, garantindo assim os empregos diante dos efeitos da crise econômica mundial em nosso país que provocam uma onda de demissões em vários setores da atividade econômica, mesmo porque o setor empresarial faturaram muito nos últimos anos e podem garantir os empregos;
12. Fim dos pedágios nas BRs Federais e a não instalação em SCs Estaduais;
13. Somos contra a criminalização dos movimentos sociais;
14. Por um novo projeto de desenvolvimento nacional, com soberania e
valorização do trabalho e pelo socialismo.
15. Aprovação da PEC 285/2008 - Pela Moradia Popular;
16. Aprovação da PEC 308/2004 - Instituem no Ambito Federal dos Estados a Policia Penal, para o Sistema Prisional;
17. Revogação das Leis das OSs No Estado e Federal - Ex. Na Saúde Hemosc/Cepon;
18. Contra qualquer tipo de Privatização no setor Público - Em SC nos Presidios e Penitenciárias;
19. Pela Revogação das Leis das PPPs no Estado e na União;
20. Regovação da Lei que Institui o o Código Ambiental em SC, por um Codigo Ambiental Legal;
21. Fim da aplicacão do Imposto Sindical no setor público;

Entidades que apóiam estas bandeiras: CUT – CTB – UCE – MST – UFECO – UBM – SINTESPE – SINTAEMA – SINDALESC – SINTE – AFALESC – SINDASP – SINTRAFESC – APRASC – BANCARIOS FPOLIS – SINJUSC – SINTRAJUSC – SINDPREV – SINTUFSC – SINASEF – SINERGIA – SINDPD – SEC FPOLIS – SINTRASEM – SINTRAM – ACP – SINDSAUDE.

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